Nossos Pretinhos – Capítulo 5

Meninos de 0 a 3 anos:

Estabeleça uma rotina consistente para fornecer um senso de segurança e previsibilidade, tente promover a comunicação e o reconhecimento das necessidades do bebê, ajudando-os a se expressar de maneira apropriada para a idade, encoraje a exploração segura e supervisionada para desenvolver habilidades motoras e cognitivas e trabalhe para criar um ambiente amoroso e seguro para construir um vínculo seguro entre pais/cuidadores e crianças.

3 a 6 anos:

Fomentar a responsabilidade e a independência, dando-lhes tarefas adequadas à idade, como arrumar seus brinquedos. Procure promover a resolução de conflitos de forma construtiva, ensinando a compartilhar e a se comunicar eficazmente. Reforce a importância de regras e limites claros ajudando a entender as consequências de suas ações. I incentive a autoestima e o senso de pertencimento, elogiando suas conquistas e esforços. Busque promover o desenvolvimento da linguagem e da comunicação, incentivando a expressão de sentimentos e pensamentos.

6 a 11 anos:

É crucial estabelecer expectativas realistas e reforçar a responsabilidade pelo próprio comportamento, incentive a resolução de problemas e a tomada de decisões independentes. Promova a empatia e a compreensão das emoções dos outros, estimulando a construção de relacionamentos saudáveis.
Busque reforçar a importância da cooperação e da responsabilidade nas tarefas domésticas e na escola. Estimule o interesse por atividades extracurriculares que permitam que as crianças explorem seus interesses e talentos.

Devemos entender que meninos fortes e resilientes são feitos de dentro para fora e tem no conhecimento e na responsabilidade ferramentas importantes para uma identidade Negra potente e promissora. O trabalho é conjunto e comunitário. Ele depende de todos.

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Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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{mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão Parentalidade Preta

No {mergulho} pt. 10 — Do direito de sentir à Paternidade Preta,converso com o psicólogo Isaías Paixão (@psicologo.isaiasnbp)sobre paternidade preta, masculinidade negra, trabalho, afetividade, racismo,saúde mental, cuidado e formação de crianças negras.A conversa atravessa a brutalização do corpo pelo trabalho, os limites de um modelo únicode pai negro, comunidade, representatividade, medo, cidade e o direito de homens negrosexistirem para além da força e da sobrevivência.Material expandidoTextos, dados, referências bibliográficas e outros materiais relacionados ao episódio:Acesse o material expandido do {mergulho} pt. 10.Apoie o Parentalidade PretaO Parentalidade Preta é uma iniciativa independente.Com o valor de até duas bebidas por mês, você já ajuda a manter podcasts, pesquisas,textos, rodas e outras ações em circulação.Conheça as formas de apoio.QUINTAL — 29 de agostoEncontro para homens negros que exercem cuidado.Cinco horas de roda, escuta e presença, sem gravação.Conheça o QUINTAL e faça sua inscrição.Conheça o Parentalidade PretaPodcast, textos, pesquisas e outras conversas sobrepaternidade negra, masculinidades negras, educação parental racializadae criação de crianças negras.Acesse parentalidadepreta.com.Se você acompanha o programa pelo Spotify, siga o Podcast Parentalidade Pretae deixe sua avaliação. Isso ajuda novas pessoas a encontrarem essas conversas.
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