Nossos Pretinhos – Capítulo 2

Não vou falar pelas pessoas que sofreram esse tipo de atravessamento, pois não está no meu lugar de fala. Vou falar do ponto de vista de quem foi impedido de entrar na sala de parto pelo maqueiro e ouviu piadinhas do lado de fora. Quem só depois foi informado que poderia acompanhar. Estude sobre vi0lênc1a obstétrica, pois muitas vezes é minimizada. Relatos r4cistas no pré-natal são reais. Pesquise tópicos essenciais ao apoiar uma pessoa negra grávida. SAIBA O QUE É UMA DOULA.

Depois de pesquisar,

Preste atenção à forma como os profissionais de saúde se comunicam durante o pré-natal, parto e pós-parto. Todos devem ser ouvido(a)s e respeitado(a)s em suas escolhas e preocupações.

Certifique-se de que todos os procedimentos médicos sejam explicados de forma clara e que o consentimento seja dado antes de qualquer intervenção.

Esteja atent(o)a a intervenções médicas desnecessárias, como episiotomias ou cesáreas, que devem ser baseadas em critérios médicos sólidos, não em preconceitos.

Certifique-se de que o monitoramento fetal seja feito de forma apropriada, sem excessos que possam aumentar o risco de intervenções desnecessárias.

Exija respeito à sua privacidade durante o parto e evite que estranhos entrem no ambiente sem sua permissão.

Garanta que todos recebam o mesmo nível de cuidado que outras pessoas, independentemente de sua raça, classe ou gênero.

Esteja ciente de que quem pari tem o direito de tomar decisões informadas sobre o corpo o parto, com o apoio de profissionais de saúde que respeitem suas escolhas.

Certifique-se de que o cuidado pós-parto seja adequado, incluindo o monitoramento de sua saúde física e emocional.

Busque informações sobre seus direitos e opções durante a gravidez e o parto, e sinta-se empoderad(o)a para fazer perguntas e tomar decisões que sejam melhores para todos.

Se sentir que está enfrentando violência obstétrica, não hesite em buscar apoio.

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Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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{mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão Parentalidade Preta

No {mergulho} pt. 10 — Do direito de sentir à Paternidade Preta,converso com o psicólogo Isaías Paixão (@psicologo.isaiasnbp)sobre paternidade preta, masculinidade negra, trabalho, afetividade, racismo,saúde mental, cuidado e formação de crianças negras.A conversa atravessa a brutalização do corpo pelo trabalho, os limites de um modelo únicode pai negro, comunidade, representatividade, medo, cidade e o direito de homens negrosexistirem para além da força e da sobrevivência.Material expandidoTextos, dados, referências bibliográficas e outros materiais relacionados ao episódio:Acesse o material expandido do {mergulho} pt. 10.Apoie o Parentalidade PretaO Parentalidade Preta é uma iniciativa independente.Com o valor de até duas bebidas por mês, você já ajuda a manter podcasts, pesquisas,textos, rodas e outras ações em circulação.Conheça as formas de apoio.QUINTAL — 29 de agostoEncontro para homens negros que exercem cuidado.Cinco horas de roda, escuta e presença, sem gravação.Conheça o QUINTAL e faça sua inscrição.Conheça o Parentalidade PretaPodcast, textos, pesquisas e outras conversas sobrepaternidade negra, masculinidades negras, educação parental racializadae criação de crianças negras.Acesse parentalidadepreta.com.Se você acompanha o programa pelo Spotify, siga o Podcast Parentalidade Pretae deixe sua avaliação. Isso ajuda novas pessoas a encontrarem essas conversas.
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