[parenta] #18 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver

Material expandido do Podcast [parenta].

Sobre a convidada:

Marcele – planeta_oliver

Marcele Oliver, uma mulher de 35 anos, é uma figura multifacetada e dedicada em diversas áreas. Ela é conhecida por seu trabalho como escrevista, educadora social, trancista e empreendedora social. Além disso, Marcele é uma defensora da saúde mental por meio do coletivo Avança Nega e palestrante em assuntos éticos. Mesmo sem formação acadêmica, ela acredita no potencial da comunidade negra dentro e fora das instituições de ensino superior. Como mãe preta da Fayzah Badu, Marcele encontra felicidade e realização pessoal em sua maternidade, enquanto continua a inspirar outros com seu engajamento social e sua busca por equidade racial.

Marcele Oliver, 35 anos, é uma mulher versátil e comprometida com várias áreas de atuação. Ela é conhecida como escrevista, educadora social, trancista e empreendedora social. Além disso, Marcele é uma defensora da saúde mental, envolvida no coletivo Avança Nega, e também palestrante sobre assuntos éticos. Mesmo sem formação acadêmica, ela acredita no potencial da comunidade negra, tanto dentro como fora das instituições de ensino superior. Sua maternidade como mãe preta da Fayzah Badu traz grande felicidade e realização pessoal, enquanto continua inspirando outros com seu ativismo social e sua luta por igualdade racial.

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Saudações!

Nesta entrevista exclusiva, tivemos o privilégio de conversar com Marcele Oliver, uma mulher inspiradora e mãe preta da Fayzah Badu. Durante nossa conversa, exploramos questões fundamentais sobre o papel da mãe na construção da identidade de filhos pretos, tanto homens quanto mulheres.

Abordamos a relevante pergunta sobre o papel da mãe na formação de um homem preto e na construção de uma mulher preta. Marcele compartilhou suas perspectivas e experiências, discutindo o impacto único que as mães pretas têm na vida de seus filhos e filhas. Exploramos também o tema do colonialismo e seu possível impacto na maternidade preta, buscando compreender os desafios e obstáculos que as mães pretas enfrentam.

Ao longo da entrevista, também levantamos questionamentos sobre a diferença entre mães pretas e brancas, explorando a importância de reconhecer as complexidades e particularidades de cada experiência materna. As reflexões e insights compartilhados por Marcele fornecem uma visão valiosa sobre o poder transformador e a influência das mães pretas na construção da identidade de seus filhos e filhas.

Não perca essa entrevista esclarecedora, onde Marcele Oliver nos convida a refletir sobre o impacto poderoso das mães pretas na formação e desenvolvimento dos filhos, enquanto compartilha suas perspectivas pessoais sobre maternidade preta e as complexidades envolvidas.

Não Perca!

Trocas no episódio

1-  Nas suas palavras, o que é a maternidade?

2 – Na sua opinião, o que não poderia deixar de ser dito sobre o conceito da maternidade para o Povo Preto? 

3 – Você considera correto afirmar que o mundo foi construído pelas mãos de mulheres Pretas desde o início da civilização? Poderia falar um pouco sobre isso?

4 – Na sua opinião, Qual o papel da mãe na construção de um homem preto?

5 – E na construção de uma mulher preta?

6 – Podemos dizer que o colonialismo é o principal mal que põe em risco maternidade Preta?

7-  Marcele, filho é pro mundo?

8 –  Você acha que há diferença entre Mães Pretas e Brancas? Por que?

Destaques do episódio

Rosa Parks

Rosa Louise McCauley, mais conhecida por Rosa Parks (Tuskegee, 4 de fevereiro de 1913 – Detroit, 24 de outubro de 2005), foi uma ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ficou famosa, em 1º de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um homem branco, tornando-se o estopim do movimento que foi denominado boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente viria a marcar o início da luta antissegregacionista.

Mamie Till-Mobley

Mamie Elizabeth Till-Mobley foi uma educadora e ativista americana. Ela era a mãe de Emmett Till, o menino de 14 anos assassinado no Mississippi em 28 de agosto de 1955, após acusações de que ele havia assobiado para uma mulher branca, uma caixa de supermercado chamada Carolyn Bryant.

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CRIAR EM UM MUNDO PROGRAMADO – EPISÓDIO 05 – Parentalidade Preta

Que futuro está batendo à porta? Como preparar nossos filhos para um mundo transformado pela inteligência artificial?No quinto e último episódio de Criar em um Mundo Programado, o Parentalidade Preta investiga uma questão fundamental: quem terá condições de construir o futuro e quem será obrigado a apenas se adaptar a ele?Diego Silva conversa com Tata Ribeiro e Wesley Ferreira sobre inteligência artificial, futuro do trabalho, algoritmos, plataformização, educação digital e os desafios de criar crianças em uma sociedade cada vez mais tecnológica.A conversa questiona a promessa de que a tecnologia, por si só, produzirá liberdade e oportunidades. Como preparar nossos filhos para um mercado de trabalho marcado pela automação? Que escolhas estão disponíveis para jovens influenciados pelos algoritmos? E até que ponto o discurso do empreendedorismo individual esconde desigualdades sociais?O futuro não chega da mesma maneira para todas as crianças. Para famílias negras, pensar tecnologia e educação também significa discutir desigualdade digital, acesso ao conhecimento e oportunidades para que crianças negras possam criar, e não apenas consumir tecnologia.Tata, Wesley e Diego refletem sobre autonomia, pensamento crítico e transmissão de conhecimento entre gerações. Preparar nossos filhos para o futuro não significa apenas ensinar ferramentas que podem se tornar obsoletas. Significa desenvolver repertório para compreender, questionar e transformar o mundo.Que futuro queremos construir? E qual é a nossa responsabilidade como adultos diante das próximas gerações?Este episódio encerra Criar em um Mundo Programado e marca o início de um hiato no podcast Parentalidade Preta.Se você chegou até aqui por esta série, conheça também os especiais DIOP — Estrelas Negras no Céu do Egito e Frantz Fanon — Irredutivelmente Negro, além do [parenta], Travessia, (RESENHA) e {mergulho}. Quatro anos de conversas e pesquisas continuam disponíveis para escuta.Neste episódio: inteligência artificial · futuro do trabalho · infância e tecnologia · parentalidade negra · algoritmos · automação · educação digital · desigualdade tecnológica · crianças negras · autonomia · empreendedorismo · pensamento crítico · ancestralidade · transmissão de conhecimento.Esta série foi produzida de maneira independente. O podcast entra em hiato, mas o Parentalidade Preta continua. Se este trabalho importa para você, ajude a sustentar nosso quintal.→ APOIE: parentalidadepreta.com/apoiarParticipam:Diego Silva — pai e educador parental.Tata Ribeiro — desenvolvedora de jogos e game designer — @tecnotataWesley Ferreira — analista sênior de governança e processos de TI — @wesleybferreiraConheça a série: parentalidadepreta.com/mundoprogramadoExplore o podcast: parentalidadepreta.com/podcastO futuro continua sendo uma pergunta. E o Parentalidade Preta continua sendo um lugar para fazê-la.
  1. CRIAR EM UM MUNDO PROGRAMADO – EPISÓDIO 05
  2. CRIAR EM UM MUNDO PROGRAMADO – EPISÓDIO 04
  3. CRIAR EM UM MUNDO PROGRAMADO – EPISÓDIO 03
  4. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 #11 – BEATRIZ CRUZ
  5. CRIAR EM UM MUNDO PROGRAMADO – EPISÓDIO 02

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.