[parenta] #39 – Maternagem Preta – Sarah Carolinna

Material expandido do Podcast [parenta].

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CRIAÇÃO

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Sobre a convidada:

Sarah – @maternagempreta

Sarah Carolina é uma mãe solo corajosa e dedicada de três filhos pretos. Como historiadora e pedagoga, ela é apaixonada por discutir questões raciais, de gênero e de maternidade nas redes sociais, levando à comunidade online importantes reflexões e debates sobre esses temas. Com uma abordagem sensível e acolhedora, Sarah se destaca por promover o diálogo aberto e honesto sobre os desafios e as alegrias da parentalidade, especialmente para mães negras.

Além de suas atividades como influenciadora digital, Sarah Carolina é também uma palestrante experiente, com uma vasta gama de temas relacionados à educação e à diversidade. Suas palestras e workshops são conhecidos por abordar questões complexas de maneira acessível e inspiradora, contribuindo para um diálogo construtivo e enriquecedor entre educadores, pais e comunidades em geral. Com uma voz autêntica e poderosa, Sarah Carolina é uma liderança inspiradora e um exemplo de força e resiliência para muitas mulheres negras em todo o país.

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Saudações!

Falar sobre racismo com as crianças é um tema que tem ganhado cada vez mais importância nos últimos tempos. A pergunta inicial “Por que devemos falar de racismo com nossas crias?” nos leva a refletir sobre a necessidade de ensinar às crianças sobre a diversidade e a igualdade desde cedo. Afinal, ao aprender sobre a importância de respeitar as diferenças, as crianças podem crescer e se tornar adultos mais conscientes e dispostos a combater o preconceito e a discriminação.

Outra questão abordada na conversa foi a importância da criação afetuosa na luta contra o racismo. Quando as crianças são criadas em um ambiente de amor e respeito, elas aprendem a amar e respeitar os outros. Além disso, quando elas são ensinadas a valorizar as diferenças, elas têm mais chances de se tornarem adultos que lutam contra o racismo e a discriminação.

Ao falar sobre a história do racismo no Brasil, a pergunta “Na sua opinião, o que o brasileiro não pode deixar que seja perdido da história em relação ao racismo?” nos faz refletir sobre a importância de não esquecermos as lutas históricas pela igualdade racial no país. É essencial lembrar de figuras históricas que lutaram contra a opressão e ensinar a história do racismo nas escolas, para que as crianças possam entender a realidade do país e lutar contra o racismo.

A importância da maternidade na construção de adultos conscientes e críticos é outra reflexão importante que surge na conversa. As mães têm um papel fundamental na criação dos filhos e na transmissão de valores e ensinamentos importantes para a formação de adultos conscientes e críticos. Portanto, é essencial que elas estejam atentas e se engajem na luta contra o racismo desde a infância dos filhos.

Por fim, a pergunta “Se você pudesse condensar um pequeno guia para pais e mães crianças que vão entrar na escola agora, qual seria?” nos leva a refletir sobre a importância de ensinar as crianças a serem críticas e questionadoras, para que possam identificar situações de discriminação e lutar contra elas. É fundamental que os pais e mães incentivem as crianças a respeitar a diversidade e a entender que todas as pessoas merecem respeito, independente de suas diferenças.

A luta contra o racismo é uma questão que transcende as fronteiras religiosas e culturais. Muitas divindades de diferentes religiões são associadas à maternidade e à proteção das crianças, como a deusa hindu Durga, a virgem Maria no cristianismo e a deusa mãe Coatlicue da religião asteca. Essas figuras divinas podem nos ensinar sobre a importância de proteger e educar as crianças desde cedo, para que elas cresçam com valores de igualdade e respeito. Ao ouvir a entrevista com Sarah sobre a importância de falar sobre racismo com as crianças, podemos nos inspirar nessas divindades e refletir sobre como podemos contribuir para um mundo mais justo e igualitário, começando pela educação das nossas crianças.

Não Perca!

Destaques do episódio

Rhea

Na mitologia grega, Rhea era uma das principais deusas titãs, filha de Gaia (a Terra) e Urano (o Céu). Ela era a esposa de Cronos, outro titã, e a mãe de diversos deuses e deusas importantes, como Zeus, Hades, Deméter, Hera, Poseidon e Héstia. Rhea era considerada a deusa da fertilidade e da maternidade, sendo frequentemente associada à terra fértil e às colheitas abundantes. Além disso, ela era conhecida por sua habilidade em prever o futuro e proteger as crianças.

Coatlicue

Coatlicue era uma importante deusa da mitologia asteca, considerada a deusa da fertilidade, da vida e da morte. Seu nome, em náuatle (língua asteca), significa “saia de serpentes”. Ela era retratada como uma mulher idosa, com seios caídos, que vestia uma saia de serpentes e um colar de corações humanos e mãos decepadas.

Segundo a lenda asteca, Coatlicue foi surpreendida por uma bola de plumas enquanto varria o templo de Coatepec. A bola se transformou em uma serpente que a fecundou, fazendo com que ela engravidasse dos deuses Huitzilopochtli e Coyolxauhqui. Coyolxauhqui, ao saber da gravidez da mãe, conspirou para matá-la, mas Huitzilopochtli nasceu pronto para a batalha e defendeu sua mãe, matando a irmã e lançando-a do topo da montanha. A partir desse evento, Huitzilopochtli se tornou o deus patrono dos astecas.

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(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
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