Material expandido do Podcast [parenta].
Sobre a convidada:
Sarah – @maternagempreta
Sarah Carolina é uma mãe solo corajosa e dedicada de três filhos pretos. Como historiadora e pedagoga, ela é apaixonada por discutir questões raciais, de gênero e de maternidade nas redes sociais, levando à comunidade online importantes reflexões e debates sobre esses temas. Com uma abordagem sensível e acolhedora, Sarah se destaca por promover o diálogo aberto e honesto sobre os desafios e as alegrias da parentalidade, especialmente para mães negras.
Além de suas atividades como influenciadora digital, Sarah Carolina é também uma palestrante experiente, com uma vasta gama de temas relacionados à educação e à diversidade. Suas palestras e workshops são conhecidos por abordar questões complexas de maneira acessível e inspiradora, contribuindo para um diálogo construtivo e enriquecedor entre educadores, pais e comunidades em geral. Com uma voz autêntica e poderosa, Sarah Carolina é uma liderança inspiradora e um exemplo de força e resiliência para muitas mulheres negras em todo o país.
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Saudações!
Falar sobre racismo com as crianças é um tema que tem ganhado cada vez mais importância nos últimos tempos. A pergunta inicial “Por que devemos falar de racismo com nossas crias?” nos leva a refletir sobre a necessidade de ensinar às crianças sobre a diversidade e a igualdade desde cedo. Afinal, ao aprender sobre a importância de respeitar as diferenças, as crianças podem crescer e se tornar adultos mais conscientes e dispostos a combater o preconceito e a discriminação.
Outra questão abordada na conversa foi a importância da criação afetuosa na luta contra o racismo. Quando as crianças são criadas em um ambiente de amor e respeito, elas aprendem a amar e respeitar os outros. Além disso, quando elas são ensinadas a valorizar as diferenças, elas têm mais chances de se tornarem adultos que lutam contra o racismo e a discriminação.
Ao falar sobre a história do racismo no Brasil, a pergunta “Na sua opinião, o que o brasileiro não pode deixar que seja perdido da história em relação ao racismo?” nos faz refletir sobre a importância de não esquecermos as lutas históricas pela igualdade racial no país. É essencial lembrar de figuras históricas que lutaram contra a opressão e ensinar a história do racismo nas escolas, para que as crianças possam entender a realidade do país e lutar contra o racismo.
A importância da maternidade na construção de adultos conscientes e críticos é outra reflexão importante que surge na conversa. As mães têm um papel fundamental na criação dos filhos e na transmissão de valores e ensinamentos importantes para a formação de adultos conscientes e críticos. Portanto, é essencial que elas estejam atentas e se engajem na luta contra o racismo desde a infância dos filhos.
Por fim, a pergunta “Se você pudesse condensar um pequeno guia para pais e mães crianças que vão entrar na escola agora, qual seria?” nos leva a refletir sobre a importância de ensinar as crianças a serem críticas e questionadoras, para que possam identificar situações de discriminação e lutar contra elas. É fundamental que os pais e mães incentivem as crianças a respeitar a diversidade e a entender que todas as pessoas merecem respeito, independente de suas diferenças.
A luta contra o racismo é uma questão que transcende as fronteiras religiosas e culturais. Muitas divindades de diferentes religiões são associadas à maternidade e à proteção das crianças, como a deusa hindu Durga, a virgem Maria no cristianismo e a deusa mãe Coatlicue da religião asteca. Essas figuras divinas podem nos ensinar sobre a importância de proteger e educar as crianças desde cedo, para que elas cresçam com valores de igualdade e respeito. Ao ouvir a entrevista com Sarah sobre a importância de falar sobre racismo com as crianças, podemos nos inspirar nessas divindades e refletir sobre como podemos contribuir para um mundo mais justo e igualitário, começando pela educação das nossas crianças.
Não Perca!
Trocas no episódio
1- Sarah, por que devemos falar de racismo com nossas crias?
2 – Por que uma criação afetuosa combate esse mal?
3 – Na sua opinião, o que o brasileiro não pode deixar que seja perdido da história em relação ao racismo?
4 – Qual a importância da maternidade nessa construção?
5- Se você pudesse condensar um pequeno guia para pais e mães crianças que vão entrar na escola agora, qual seria?

Destaques do episódio

Rhea
Na mitologia grega, Rhea era uma das principais deusas titãs, filha de Gaia (a Terra) e Urano (o Céu). Ela era a esposa de Cronos, outro titã, e a mãe de diversos deuses e deusas importantes, como Zeus, Hades, Deméter, Hera, Poseidon e Héstia. Rhea era considerada a deusa da fertilidade e da maternidade, sendo frequentemente associada à terra fértil e às colheitas abundantes. Além disso, ela era conhecida por sua habilidade em prever o futuro e proteger as crianças.
Coatlicue
Coatlicue era uma importante deusa da mitologia asteca, considerada a deusa da fertilidade, da vida e da morte. Seu nome, em náuatle (língua asteca), significa “saia de serpentes”. Ela era retratada como uma mulher idosa, com seios caídos, que vestia uma saia de serpentes e um colar de corações humanos e mãos decepadas.
Segundo a lenda asteca, Coatlicue foi surpreendida por uma bola de plumas enquanto varria o templo de Coatepec. A bola se transformou em uma serpente que a fecundou, fazendo com que ela engravidasse dos deuses Huitzilopochtli e Coyolxauhqui. Coyolxauhqui, ao saber da gravidez da mãe, conspirou para matá-la, mas Huitzilopochtli nasceu pronto para a batalha e defendeu sua mãe, matando a irmã e lançando-a do topo da montanha. A partir desse evento, Huitzilopochtli se tornou o deus patrono dos astecas.

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Quando a Casa Respira: Encerramento 2025 – Parentalidade Preta

Diego Silva
Homem Preto não retinto;
Esposo de Tatiane e
Pai de Benjamin e Aurora.
