Material expandido do Podcast [parenta].
Sobre o convidado:
Okinga – @okingaoficial
Anicet Okinga é um profissional multidisciplinar com vasta experiência em diversas áreas. Com um PhD em sua área de pesquisa, ele é atualmente um pesquisador principal em uma instituição federal no Brasil. Além disso, ele possui formação em Odontologia e Farmácia, bem como um diploma em Direito pela UCAM. Okinga é um colunista regular no jornal DR1 e é um ativista político do Movimento Negro do PDT. Ele também colabora com organizações importantes como CEDINE e OAB-Barra.
Sua ampla gama de habilidades e conhecimentos o tornam um indivíduo valioso em qualquer setor.
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Saudações!
Continuamos com as nossas trocas potentes da segunda temporada do Parentalidade Preta e falaremos especiamente sobre o “Descobrimento”.
O “descobrimento do Brasil”, comemorado em abril, tem perdido importância na construção histórica do país, visto que essa data representa o início de um processo de colonização europeu que subverteu e destruiu as culturas dos povos nativos. As expedições europeias ao Oriente em busca de especiarias e a onda mística formada em cima dessas coisas foram importantes para o comércio e para o surgimento de importantes entrepostos comerciais, mas também resultaram em consequências negativas para as culturas nativas americanas. Assim, é necessário olhar para a história com uma perspectiva crítica e respeitar a diversidade cultural e étnica que existe no Brasil.
O Livro das Maravilhas do mundo, que trazia uma lista resumida de produtos e iguarias vindos de várias partes do Oriente, foi suspeito de ter uma citação removida. O Chipre era um importante entreposto comercial e base para rotas marítimas, o que o tornava alvo de disputas territoriais. O comércio com o Oriente trouxe grandes riquezas para a Europa, mas também resultou na subversão e destruição das culturas nativas americanas.
As marinhas africanas da antiguidade, como a Marinha Kushita e a Marinha do Império Mali, foram importantes para a expansão, proteção e desenvolvimento de seus respectivos reinos e impérios. A Marinha Kushita utilizava barcos com propulsão híbrida e diferentes materiais, como o papiro, que garantiam a flutuabilidade e a flexibilidade necessárias para resistir à severidade do mar. Já a Marinha do Império Mali se destacou pelas expedições comerciais e de exploração que estabeleceu ao longo do rio Níger e do Oceano Atlântico. Suas conquistas, táticas e tecnologias foram inspiradoras para outros modelos de barcos ao redor do mundo, demonstrando a importância da história naval africana.
É importante olhar para a história com uma perspectiva crítica e reconhecer a diversidade cultural e étnica que existe no Brasil. O comércio com o Oriente trouxe grandes riquezas para a Europa, mas também resultou em consequências negativas para as culturas nativas americanas. Além disso, as marinhas africanas da antiguidade, como a Marinha Kushita e a Marinha do Império Mali, foram fundamentais para a expansão, proteção e desenvolvimento de seus respectivos reinos e impérios, inspirando outros modelos de barcos ao redor do mundo e demonstrando a importância da história naval africana.
Então, se você quer ouvir mais sobre a história naval africana e refletir sobre a importância da diversidade cultural, não deixe de ouvir o episódio 15 do podcast Parentalidade Preta!
Destaques do Episódio
Abubakari II

Mansa Abu Bakr II foi o nono rei do Império do Mali, que governou de 1311 a 1312. Ele é mais conhecido por sua expedição ao oceano Atlântico, que segundo a lenda, levou ele e sua frota a desaparecerem no mar. Abu Bakr II é creditado como sendo um visionário e explorador, que se aventurou em busca de novas terras além das fronteiras do Império do Mali. Sua expedição é considerada um marco histórico na exploração africana e inspirou muitas outras expedições marítimas subsequentes.
Mansa Musa, também conhecido como Kankan Musa, foi o 10º Mansa (rei) do Império do Mali, governando de 1312 a 1337. Ele é lembrado por sua grande peregrinação à Meca em 1324, onde impressionou os povos do Oriente Médio com sua riqueza e generosidade. Mansa Musa era um líder religioso e político, promovendo a educação, a cultura e a construção de mesquitas e escolas em todo o Mali. Ele também expandiu os territórios do império, tornando-o um dos mais poderosos da época. Mansa Musa é considerado uma figura importante na história africana e islâmica.

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Quando a Casa Respira: Encerramento 2025 – Parentalidade Preta

Diego Silva
Homem Preto não retinto;
Esposo de Tatiane e
Pai de Benjamin e Aurora.
