Resgatando potências ancestrais

O resgate das potências ancestrais negras é fundamental para o empoderamento das meninas negras, pois a história e a cultura africanas são fontes ricas de inspiração e autoestima. Através do conhecimento da trajetória de suas antepassadas, meninas negras podem se sentir parte de uma história de luta, resistência e conquistas, o que contribui para a construção de uma identidade positiva e fortalecida.

Um exemplo de referência ancestral é a rainha Nzinga Mbande, líder do Reino de Ndongo, na Angola do século XVII. Ela resistiu bravamente contra o colonialismo português, lutando para proteger seu povo e sua cultura. Outra referência é a rainha Amina, do reino de Zazzau, na atual Nigéria. Ela liderou batalhas e expandiu os domínios do seu reino, além de ter promovido a igualdade de gênero e a educação.

Em março, Podcast Parentalidade Preta vai resgatar algumas histórias das potências ancestrais, indo além da discussão sobre cabelo e pele e trazendo para o debate temas importantes para a vivência de mulheres negras, como a história, a cultura, a representatividade e o avanço em grupo, tendo raça como abordagem primária. Para isso, vamos falar de referências.

Dessa forma, o resgate das potências ancestrais negras, através do conhecimento e da valorização da história e da cultura africanas, é essencial para a construção de uma identidade positiva e empoderada para meninas negras.

Em função do #mesdamulher , o Podcast Parentalidade Preta retorna amanhã, 07/03 com um arsenal de ferramentas e armas para fortalecer e empoderar a mente das meninas Pretas de ontem, hoje e amanhã.

Te esperamos lá.

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Arte gerada por Inteligência Artificial em conjunto com @ilustrablack .

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Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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