Observe seus meninos.

A educação é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento humano e social. No entanto, muitos homens negros enfrentam desafios ao longo de seu caminho educacional, como a falta de apoio e recursos direcionados às suas necessidades específicas. É fundamental reconhecer a importância de levar em conta a necessidade de apoio direcionado aos homens negros durante a educação.

Estudos como o de Amos Wilson, psicólogo e autor de obras como “A falsificação da consciência africana” e “Psicologia do Desenvolvimento da Criança Negra”, destacam a importância de considerar o impacto do r4cismo estrutural na educação dos homens negros. Wilson argumenta que a educação tradicional é muitas vezes inadequada para atender às necessidades dos homens negros, já que muitos aspectos da educação ocidental foram desenvolvidos para atender às necessidades daqueles que pertencem a grupos privilegiados.

Da mesma forma, bell hooks, autora de “Ensinando a Transgredir” e “Olhares Negros: Raça e Representação”, enfatiza a necessidade de uma educação que leve em conta as interseccionalidades da identidade dos alunos. Ela argumenta que os homens negros muitas vezes enfrentam uma educação que os vê como uma ameaça e, portanto, não os trata com o cuidado e a atenção que merecem.

Assim, é crucial que a educação leve em conta as necessidades específicas dos homens negros e forneça recursos e apoio direcionados para garantir que eles possam ter sucesso na sala de aula e além. Isso pode incluir a criação de ambientes de aprendizagem inclusivos e culturalmente sensíveis, o desenvolvimento de programas de orientação e mentoria, e a disponibilidade de recursos financeiros e EMOCIONAIS para ajudá-los a superar obstáculos.

É necessário reconhecer as desigualdades estruturais que enfrentam e fornecer recursos e apoio específicos para ajudá-los a superar esses obstáculos. Os estudos de Amos Wilson e bell hooks são um importante lembrete de que a educação deve ser pensada e desenvolvida de forma a atender às necessidades de todos os alunos, incluindo aqueles que historicamente foram marginalizados e esquecidos.

Observe como seus meninos tem sido tratados nas salas de aula.

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Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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{mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão Parentalidade Preta

No {mergulho} pt. 10 — Do direito de sentir à Paternidade Preta,converso com o psicólogo Isaías Paixão (@psicologo.isaiasnbp)sobre paternidade preta, masculinidade negra, trabalho, afetividade, racismo,saúde mental, cuidado e formação de crianças negras.A conversa atravessa a brutalização do corpo pelo trabalho, os limites de um modelo únicode pai negro, comunidade, representatividade, medo, cidade e o direito de homens negrosexistirem para além da força e da sobrevivência.Material expandidoTextos, dados, referências bibliográficas e outros materiais relacionados ao episódio:Acesse o material expandido do {mergulho} pt. 10.Apoie o Parentalidade PretaO Parentalidade Preta é uma iniciativa independente.Com o valor de até duas bebidas por mês, você já ajuda a manter podcasts, pesquisas,textos, rodas e outras ações em circulação.Conheça as formas de apoio.QUINTAL — 29 de agostoEncontro para homens negros que exercem cuidado.Cinco horas de roda, escuta e presença, sem gravação.Conheça o QUINTAL e faça sua inscrição.Conheça o Parentalidade PretaPodcast, textos, pesquisas e outras conversas sobrepaternidade negra, masculinidades negras, educação parental racializadae criação de crianças negras.Acesse parentalidadepreta.com.Se você acompanha o programa pelo Spotify, siga o Podcast Parentalidade Pretae deixe sua avaliação. Isso ajuda novas pessoas a encontrarem essas conversas.
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