Sobre intervalos

Eu tava procurando essa foto pra falar rapidamente hoje, no último #tbt de 2022. O assunto não poderia ser diferente: despedidas.

Na terça, com a publicação do último episódio da primeira temporada do #PodcastParenta , encerrei mais um capítulo importante da minha trajetória aqui nesse plano: registrar a minha ancestralidade.

Essa semana me despedi de um companheiro de madrugadas, pesquisas, aprendizados, cuidados e viagens que me acompanhou nos últimos meses me tirando da zona de conforto e me levando a lugares que nunca tinha visitado antes.

Cada episódio foi uma viagem à eras e locais diferentes, foram mergulhos pra dentro da história e das histórias para poder compartilhar, sob minha humilde ótica, os aspectos das questões que nos atravessam.

Cada troca foi importante demais pro meu crescimento pessoal e aprendizado enquanto ser humano. Mas esse post não é sobre mim. Eu queria agradecer a você que ouviu as pessoas que por aqui passaram e que se permitiu crescer um pouco mais com as trocas. Foi pra isso que ele foi concebido: fortalecer o meu Povo.

Em algum momento de 2023, o #PodcastParenta vai voltar. Por hora, vou deixar fechados os programas de edição e voltar a atenção do tempo que dediquei ao podcast aos livros, que voltaram a ser minha segunda paixão.

Eu preciso demais registrar um agradecimento especial a quem acreditou e emprestou a voz e a sabedoria para fazer com que isso acontecesse. Essas pessoas são:

@afroestima2
@psi.kwanzatena
@jairopereiraoficial
@advoafro
@kattiiusciaribeiro
@daninunes.rj
@liteafroinfantil
@mirasillva
@pretaboainfluencer
@pretaletrada
@heraldodedeus
@__eitapreta

E queria agradecer à @tatinha.carvalho , que segurou as pontas pra que eu pudesse produzir esse conteúdo e a você que me emprestou o seu tempo e seus ouvidos e confiou nessas trocas.
Muito obrigado!
Ano que vem tem mais.
Bora pra mais uma?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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