Referências

Essa parada de visitar fotos antigas pra levantar uma reflexão aqui em um #tbt❤️ tem me deixado muito pensativo lembrando das expectativas que eu criava.

Calhou de eu encontrar aqui nos itens arquivados um vídeo meu (que tá lá nos stories de hoje) tentando tocar com Benja do lado. Acho até que tive mais sucesso do que imaginava. O fato é que não consegui plenamente (lógico).

Isso me fez refletir em como a gente projeta coisas que acredita que vai fazer depois que tem filhos e como não conseguir nos atravessa. Muita gente vai dizer: ” É assim mesmo! Ninguém consegue.” Mas eu não estou falando disso. Queria levantar uma discussão do que a gente faz com essa frustração.

Penei muito pra entender de onde vinha esse sentimento e consegui ganhar, depois de muito tempo que era das referências que eu tinha. Tudo que eu consumia na época era de pessoas sendo plenas e criando crianças maravilhosas e mostrando isso a torto e a direito.

Você já parou pra pensar no peso que isso tem na nossa vivência? Da desconexão que isso impõe à nossa realidade? Em como vendo todo mundo fazendo tudo, a gente entra nessa espiral de não conseguir fazer nada e surtar?

Queria te convidar pra olhar com consciência pra nossa realidade e refletir a respeito de como as referências que andamos consumindo F*DEM a cabeça da gente em relação às nossas incapacidades.

Vamos tentar juntos compartilhar o corre real de ter filhos que dão trabalho e tiram a gente do sério. Para que mais pessoas saibam que é o trampo mais difícil do mundo. Vamos criar nossas referências.

Filhos dão trabalho? Sim. Pouco trabalho? Não. Que a grama do vizinho é sempre mais verde a gente sabe, mas se a gente ficar olhando pra lá sempre, vai viver pisando no cocô do cachorro do nosso jardim.

Vamos falar de Parentalidade Real e construir juntos (pais e mães) um cenário real pra que A GENTE se identifique.

Se identificando, a gente não acha que tá fazendo algo errado enquanto mães e não foge da responsa enquanto pais e cria espaços possíveis enquanto Povo Pr3to.

Você já pensou que é referência?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins Parentalidade Preta

No (RESENHA) nº 29, o Parentalidade Preta promove uma análise aprofundada do novo álbum do Emicida, dialogando com Racionais MC’s, memória familiar, amadurecimento artístico e a evolução do rap brasileiro. A conversa percorre faixa a faixa temas como identidade negra, legado, mercado musical, vulnerabilidade masculina, homenagem à Dona Jacira e o papel do hip hop na construção de valores e consciência social. Mais do que crítica musical, este episódio propõe uma reflexão sobre cores, valores, geração, responsabilidade e transformação dentro da cultura hip hop no Brasil. Um encontro para quem quer entender o impacto cultural de Emicida, a influência dos Racionais e o lugar da arte negra na formação política e afetiva de uma geração.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!
  1. (RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins
  2. Quando a Casa Respira: Encerramento 2025
  3. TRAVESSIA #5 – ORGULHO PRETO
  4. Jairo Pereira – a travessia dos homens pretos
  5. TRAVESSIA #4 – Afrocentricidade Pt.2

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