TBT

Lembro que com 8 semanas de gravidez, eu não queria que o bebê (que ainda não tinha aparecido na ultra) fosse menino. Eu achava que seria muito mais fácil conduzir a criação de uma menina por conta do M4Ch15m0.

Eu dei sorte. Vejo Benjamin e toda a transformação que ele imprime na minha masculinidade. Ele é um tsunami contínuo que me lembra todos os dias o menino (filho) que eu fui e não posso deixá-lo ser.

Não há receita de bolo para criar um filhO, não vai ser olhando pra ele que a gente vai resolver as coisas que não resolvemos em nós. A resposta está em volta, nos homens que nos cercam e influenciam e nem sempre são boas.

Se você é homem, tenho certeza que conhece de perto, muito perto a inadequação e o não pertencimento. Você sabe o que não te faz bem. Não se adeque para pertencer a algo que você sabe que não é pra ti.

As conexões que você precisa talvez não estejam onde você procura, talvez estejam nas coisas que você não quer encarar (como lidar com um outro homem que também saiu de dentro de você).

Admita, procure mais, se abrace mais, mergulhe mais. Saia da superfície. Estamos aqui no fundo.

O que te mantém aí em cima? Vamos trocar uma idéia?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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(RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins Parentalidade Preta

No (RESENHA) nº 29, o Parentalidade Preta promove uma análise aprofundada do novo álbum do Emicida, dialogando com Racionais MC’s, memória familiar, amadurecimento artístico e a evolução do rap brasileiro. A conversa percorre faixa a faixa temas como identidade negra, legado, mercado musical, vulnerabilidade masculina, homenagem à Dona Jacira e o papel do hip hop na construção de valores e consciência social. Mais do que crítica musical, este episódio propõe uma reflexão sobre cores, valores, geração, responsabilidade e transformação dentro da cultura hip hop no Brasil. Um encontro para quem quer entender o impacto cultural de Emicida, a influência dos Racionais e o lugar da arte negra na formação política e afetiva de uma geração.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!
  1. (RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins
  2. Quando a Casa Respira: Encerramento 2025
  3. TRAVESSIA #5 – ORGULHO PRETO
  4. Jairo Pereira – a travessia dos homens pretos
  5. TRAVESSIA #4 – Afrocentricidade Pt.2

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