TBT

Rolando as fotos antigas, me ocorreu uma parada pra esse #tbt e queria compartilhar aqui:

E se a gente parasse pra pensar o peso que há em criar um filhO, um menino, ainda por cima Pr3tinho?

Esses dias tenho visto Benja bem reativo e competitivo, deixando ser tomado pela raiva e explodindo. Temos feito uns exercícios (mesmo que falhando) de olhar por outro ponto de vista e entender que é da idade e condição do desenvolvimento dele.

Eu me vejo naquele conflito entre repreender por conta da falta de medida nas explosões e e validar o sentimento. Mas o bicho é um touro e quando fica bravo, quase se torna quase que destrutivo.

Na hora, sou levado ao pior dos paradigmas que gostam de imputar aos homens PR3T0S: a v1olênci4 e isso me leva pra um local onde não gosto de estar que é projetar o meu medo.

Daqui a alguns meses, as crias devem ir pra escola e me pergunto se lá, naquele ambiente estranho, essas singularidades e o tempo dele vão ser respeitadas e ainda que não sejam, se o esteriótipo vai recair sobre ele.

A gente sabe que se ele for tachado de uma coisa, há grande chance de ele acreditar que é aquilo (motivo esse pelo qual evitamos rótulos negativos por aqui). Mas será que lá as pessoas vão saber?

Vamos tentando ajudá-lo a se regular respirando e esse monte de coisas que o pessoal fala por aí, mas ele vira uma tempestade quando se enfurece e as preocupações voltam. Esse rolê quase gratiluz de se conectar e validar o sentimento é genuíno e a gente faz.

Será que ele vale LÁ FORA pros pr3tinhos?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

{mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão Parentalidade Preta

No {mergulho} pt. 10 — Do direito de sentir à Paternidade Preta,converso com o psicólogo Isaías Paixão (@psicologo.isaiasnbp)sobre paternidade preta, masculinidade negra, trabalho, afetividade, racismo,saúde mental, cuidado e formação de crianças negras.A conversa atravessa a brutalização do corpo pelo trabalho, os limites de um modelo únicode pai negro, comunidade, representatividade, medo, cidade e o direito de homens negrosexistirem para além da força e da sobrevivência.Material expandidoTextos, dados, referências bibliográficas e outros materiais relacionados ao episódio:Acesse o material expandido do {mergulho} pt. 10.Apoie o Parentalidade PretaO Parentalidade Preta é uma iniciativa independente.Com o valor de até duas bebidas por mês, você já ajuda a manter podcasts, pesquisas,textos, rodas e outras ações em circulação.Conheça as formas de apoio.QUINTAL — 29 de agostoEncontro para homens negros que exercem cuidado.Cinco horas de roda, escuta e presença, sem gravação.Conheça o QUINTAL e faça sua inscrição.Conheça o Parentalidade PretaPodcast, textos, pesquisas e outras conversas sobrepaternidade negra, masculinidades negras, educação parental racializadae criação de crianças negras.Acesse parentalidadepreta.com.Se você acompanha o programa pelo Spotify, siga o Podcast Parentalidade Pretae deixe sua avaliação. Isso ajuda novas pessoas a encontrarem essas conversas.
  1. {mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 #9 – ANDRÉ RAMIRO
  3. [parenta] #45 – Paternidade Preta – André Ramiro
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