TBT

Rolando as fotos antigas, me ocorreu uma parada pra esse #tbt e queria compartilhar aqui:

E se a gente parasse pra pensar o peso que há em criar um filhO, um menino, ainda por cima Pr3tinho?

Esses dias tenho visto Benja bem reativo e competitivo, deixando ser tomado pela raiva e explodindo. Temos feito uns exercícios (mesmo que falhando) de olhar por outro ponto de vista e entender que é da idade e condição do desenvolvimento dele.

Eu me vejo naquele conflito entre repreender por conta da falta de medida nas explosões e e validar o sentimento. Mas o bicho é um touro e quando fica bravo, quase se torna quase que destrutivo.

Na hora, sou levado ao pior dos paradigmas que gostam de imputar aos homens PR3T0S: a v1olênci4 e isso me leva pra um local onde não gosto de estar que é projetar o meu medo.

Daqui a alguns meses, as crias devem ir pra escola e me pergunto se lá, naquele ambiente estranho, essas singularidades e o tempo dele vão ser respeitadas e ainda que não sejam, se o esteriótipo vai recair sobre ele.

A gente sabe que se ele for tachado de uma coisa, há grande chance de ele acreditar que é aquilo (motivo esse pelo qual evitamos rótulos negativos por aqui). Mas será que lá as pessoas vão saber?

Vamos tentando ajudá-lo a se regular respirando e esse monte de coisas que o pessoal fala por aí, mas ele vira uma tempestade quando se enfurece e as preocupações voltam. Esse rolê quase gratiluz de se conectar e validar o sentimento é genuíno e a gente faz.

Será que ele vale LÁ FORA pros pr3tinhos?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins Parentalidade Preta

No (RESENHA) nº 29, o Parentalidade Preta promove uma análise aprofundada do novo álbum do Emicida, dialogando com Racionais MC’s, memória familiar, amadurecimento artístico e a evolução do rap brasileiro. A conversa percorre faixa a faixa temas como identidade negra, legado, mercado musical, vulnerabilidade masculina, homenagem à Dona Jacira e o papel do hip hop na construção de valores e consciência social. Mais do que crítica musical, este episódio propõe uma reflexão sobre cores, valores, geração, responsabilidade e transformação dentro da cultura hip hop no Brasil. Um encontro para quem quer entender o impacto cultural de Emicida, a influência dos Racionais e o lugar da arte negra na formação política e afetiva de uma geração.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!
  1. (RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins
  2. Quando a Casa Respira: Encerramento 2025
  3. TRAVESSIA #5 – ORGULHO PRETO
  4. Jairo Pereira – a travessia dos homens pretos
  5. TRAVESSIA #4 – Afrocentricidade Pt.2

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