A sua Paternidade não é uma Ilha.

E aí, irmão!? Como você tá? Sei que tem um tempo que não escrevo pra você por aqui. Mas as coisas (a vida) andam corridas demais. 

Queria te dizer que muita pouca coisa mudou desde a última vez que falamos, na verdade tá tudo do mesmo jeito. 

Mano, queria dizer que essa parada que andam te falando sobre paternidade não tem nada a ver com o que rola de verdade. É muito mais sobre a gente do que sobre os nossos filhos. Muita coisa pesa dentro de nós. Né? 

Andei sabendo que você está tendo dificuldades pra cuidar da cria. Que todo mundo parece saber o que fazer, menos você. Todo mundo vem te ensinar (até mesmo quem não é pai, muito menos PR3T0). Então, cara, eu senti que precisava vir aqui falar contigo. Não me leve a mal. 

Só existe um tipo de paternidade que te cabe: a sua. Pode parecer bobo falar isso, mas só você sabe o que passou e talvez TAMBÉM não saiba lidar com tudo isso que vem à tona quando esse serzinho tão indefeso meche nessa M3RD4 toda que você insiste em deixar aí dentro. Talvez nessa hora elas(as pessoas) concluam que você não leva jeito pra isso. Mas vou te falar: a falta de jeito não é culpa sua. 

A sua paternidade é só sua e a gente tem que lidar com coisa pra C4R4LH0 e no fim estar (parecer) bem. Quem você era antes já M0RR3U. Agora você precisa abrir as portas pra essa pessoa nova que está nascendo todos os dias. 

Bem, essa mensagem é pra te dizer que você não precisa fazer isso só. A gente não é perfeito, só não quer errar sozinho. Estamos aqui. 

Sua paternidade não é uma ilha. 

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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