Você sente R41V4 do seu Filho(a).

Você sente R41V4 do seu Filho(a).

A Ira (do latim Ira) ou r41v4 (do latim rabia, em vez de rabie) é uma das emoções mais intensas e frequentes sentidas cotidianamente. Para muitos psicólogos e neurocientistas atuais, a r41v4 é considerada uma emoção básica que pode ser definida em termos gerais como uma pretensão de causar dano e hostilizar alguém.[1] “- Wikipédia

Nós já nascemos com esse sentimento. Uma das primeiras ações de um bebê quando nasce é chorar e eu acredito piamente que no meio daquilo tudo existe a tal.

Quero te convidar a pular para alguns anos à diante, onde o seu anjinho começa a tomar consciência do seu próprio corpo e ações, logo entendem a dinâmica do mundo ao seu redor e tem como grande companheira, ela (você sabe quem).

As nossas relações são pautadas por sentimentos, as nossas ações também. A gente se acha crescido, mas basta algo sair do esperado, por mais banal que seja, que a gente já se vê tendo reações FISIOLÓGICAS àquela situação ou pessoa. Certamente a r41v4 está nesse bolo aí.

“A r41v4 aciona o circuito de luta e fuga, que liga os sistemas nervoso central e periférico com o sistema endócrino. Assim, ficamos mais atentos, com as pupilas dilatadas. Há liberação de hormônios que elevam o batimento cardíaco e a frequência respiratória. O fluxo sanguíneo vai para os músculos, deixando-os tensos, como se estivessem prontos para correr ou atacar.” – infinitypharma

Baco @exudoblues já disse: “Eu sinto tanta R41V4 que amar parece errado” e é bem isso. Se formos falar do nosso povo, quantas vezes fomos tomados como r4iv0s0s, reativos, perigosos?

O quanto desse sentimento (que é natural) apagamos de nós para nos sentirmos mais “seguros” e o quanto não nos permitimos nos conectar com ele?(vou deixar a dúvida se é amor ou r41v4 pra uma próxima conversa )

Definir a R41V4 como perigosa em nossas relações me parece o pior caminho para construir um relacionamento saudável com os nossos filhos (sejam eles pequenos ou não). Comecemos por identificá-la e a diferenciar da tristeza e da frustração para depois aprendermos a lidar com cada um desses sentimentos genuínos.

A gente continua adiante.
Como é com a R41V4 por aí?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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