Mulher Africana: 31 de julho.

“Aquele homem ali diz que as mulheres precisam ser ajudadas a entrar em carruagens, e erguidas para passar sobre valas e ter os melhores lugares em todas as partes. Ninguém nunca me ajudou a entrar em carruagens, a passar por cima de poças de lama ou me deu qualquer bom lugar! E eu não sou uma mulher? 

Olhem pra mim! Olhem pro meu braço! Tenho arado e plantado, e juntado em celeiros, e nenhum homem poderia me liderar! E eu não sou uma mulher? Posso trabalhar tanto quanto e comer tanto quanto um homem – quando consigo o que comer – e aguentar o chicote também! E eu não sou uma mulher? 

Dei à luz treze filhos, e vi a grande maioria ser vendida para a 35CR4V1D40, e quando eu chorei com minha dor de mãe, ninguém, a não ser Jesus me ouviu! E eu não sou uma mulher?

Então eles falam sobre essa coisa na cabeça; como a chamam mesmo? [alguém na plateia sussurra, “intelecto”] É isso, meu bem. O que isso tem a ver com os direitos das mulheres ou dos negros? Se a minha xícara não comporta mais que uma medida, e a sua comporta o dobro, você não vai deixar que a minha meia medidazinha fique completamente cheia?

Depois aquele homenzinho de PR3T0 ali disse que as mulheres não podem ter tantos direitos quanto os homens, porque Cristo não era mulher! De onde o seu Cristo veio? De onde o seu Cristo veio? De Deus e de uma mulher! O homem não teve nada a ver com Ele. “
– Sojourner Truth [pesquise]

Hoje se comemora o dia da potência que gestou o mundo como ele é hoje: a Mulher Africana. 31 de julho. 

Eu poderia dizer muita coisa a respeito disso, mas vou apenas te fazer um apelo com essa arte do meu irmão @ilustrablack : pesquise, aprenda e entenda. O conhecimento ANCESTRAL vai salvar o FUTURO.

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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