O tempo

Pensar na espiralidade do tempo, para mim, é o mais reconfortante da nossa existência: O tempo é tão cabuloso que nos transporta pra onde quisermos ( sejam lembranças, sejam aspirações). Não fosse isso, a gente não conquistava o que planeja. Né?

Mas feliz(ou infeliz)mente só tem um local onde podemos agir de fato: o agora e é nesse agora que eu queria compartilhar um momento importante da caminhada do homem que sou hoje: o Parto de @tatinha.carvalho .

Digo o dela, porque ela PARIU, Benja NASCEU e eu acompanhei. O protagonismo foi deles dois. Eu estava lá tendo minha existência mudada de maneira perpétua.

De mais de 4 anos para cá, pude entender uma fração a mais dessa parada chamada PATERNIDADE. E te digo sem competições: somente um homem pode ser PAI. Nessa caminhada, eu já conversei com homens de todos os gêneros e orientações S3XU41S e os que tinham filhos eram todos PAIS.

E essa é a questão: a PATERNIDADE sem uma discussão madura da MASCULINIDADE não se sustenta. O meu intuito aqui é a gente meter a mão juntos nesse vespeiro e sentir todas as picadas necessárias para que quebremos de vez os ciclos que nos atravessaram.
Aquele lance de “ Não basta ser pai, tem que participar” funcionou até agora. O convite que te faço, junto com os manos que aqui estão comigo é à caminhada rumo à CONSCIÊNCIA.

Agosto vem aí e as coisas vão se intensificar aqui. Espero te ter por perto pra gente trocar de irmão pra irmão.
O passado pode ficar para trás e o futuro ainda não estar ao nosso alcance. Quero você, meu irmão PR3T0, aqui comigo pra gente mudar esse presente juntos e conscientes. Sei que não vai ser fácil, mas, a gente já sabe que não tem “fase bônus”
Bora pra mais uma?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

(RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins Parentalidade Preta

Análise da quarta parte do disco HASOS, de Baco Exu do Blues, no (RESENHA) nº32.A conversa atravessa masculinidade preta, luto, memória, espiritualidade, Bahia, ancestralidade, perda parental e a força de continuar quando o corpo já chegou no limite.Porque algumas músicas não pedem só escuta.Pedem silêncio, presença e coragem para encarar o que ainda dói.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!⁠⁠⁠
  1. (RESENHA) nº32 – HASOS, Luto, Mar, Memórias e Afins
  2. CRIANDO CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL DE 2026 – MARCELE OLIVER
  3. TRAVESSIA#11 – TINHA QUE SER PRETA!
  4. [parenta] #40 – Tinha que ser Preta – Marcele Oliver- CONTÉM GATILHOS! (REPRISE)
  5. {mergulho} pt. 8 — da prevenção da violência à maternidade em vigília – Ariane Moreira

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