O tempo

Pensar na espiralidade do tempo, para mim, é o mais reconfortante da nossa existência: O tempo é tão cabuloso que nos transporta pra onde quisermos ( sejam lembranças, sejam aspirações). Não fosse isso, a gente não conquistava o que planeja. Né?

Mas feliz(ou infeliz)mente só tem um local onde podemos agir de fato: o agora e é nesse agora que eu queria compartilhar um momento importante da caminhada do homem que sou hoje: o Parto de @tatinha.carvalho .

Digo o dela, porque ela PARIU, Benja NASCEU e eu acompanhei. O protagonismo foi deles dois. Eu estava lá tendo minha existência mudada de maneira perpétua.

De mais de 4 anos para cá, pude entender uma fração a mais dessa parada chamada PATERNIDADE. E te digo sem competições: somente um homem pode ser PAI. Nessa caminhada, eu já conversei com homens de todos os gêneros e orientações S3XU41S e os que tinham filhos eram todos PAIS.

E essa é a questão: a PATERNIDADE sem uma discussão madura da MASCULINIDADE não se sustenta. O meu intuito aqui é a gente meter a mão juntos nesse vespeiro e sentir todas as picadas necessárias para que quebremos de vez os ciclos que nos atravessaram.
Aquele lance de “ Não basta ser pai, tem que participar” funcionou até agora. O convite que te faço, junto com os manos que aqui estão comigo é à caminhada rumo à CONSCIÊNCIA.

Agosto vem aí e as coisas vão se intensificar aqui. Espero te ter por perto pra gente trocar de irmão pra irmão.
O passado pode ficar para trás e o futuro ainda não estar ao nosso alcance. Quero você, meu irmão PR3T0, aqui comigo pra gente mudar esse presente juntos e conscientes. Sei que não vai ser fácil, mas, a gente já sabe que não tem “fase bônus”
Bora pra mais uma?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

Ouça podcast [parenta].

{mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão Parentalidade Preta

No {mergulho} pt. 10 — Do direito de sentir à Paternidade Preta,converso com o psicólogo Isaías Paixão (@psicologo.isaiasnbp)sobre paternidade preta, masculinidade negra, trabalho, afetividade, racismo,saúde mental, cuidado e formação de crianças negras.A conversa atravessa a brutalização do corpo pelo trabalho, os limites de um modelo únicode pai negro, comunidade, representatividade, medo, cidade e o direito de homens negrosexistirem para além da força e da sobrevivência.Material expandidoTextos, dados, referências bibliográficas e outros materiais relacionados ao episódio:Acesse o material expandido do {mergulho} pt. 10.Apoie o Parentalidade PretaO Parentalidade Preta é uma iniciativa independente.Com o valor de até duas bebidas por mês, você já ajuda a manter podcasts, pesquisas,textos, rodas e outras ações em circulação.Conheça as formas de apoio.QUINTAL — 29 de agostoEncontro para homens negros que exercem cuidado.Cinco horas de roda, escuta e presença, sem gravação.Conheça o QUINTAL e faça sua inscrição.Conheça o Parentalidade PretaPodcast, textos, pesquisas e outras conversas sobrepaternidade negra, masculinidades negras, educação parental racializadae criação de crianças negras.Acesse parentalidadepreta.com.Se você acompanha o programa pelo Spotify, siga o Podcast Parentalidade Pretae deixe sua avaliação. Isso ajuda novas pessoas a encontrarem essas conversas.
  1. {mergulho} pt10 – do direito de sentir à paternidade PRETA – Isaías Paixão
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