O tempo

Pensar na espiralidade do tempo, para mim, é o mais reconfortante da nossa existência: O tempo é tão cabuloso que nos transporta pra onde quisermos ( sejam lembranças, sejam aspirações). Não fosse isso, a gente não conquistava o que planeja. Né?

Mas feliz(ou infeliz)mente só tem um local onde podemos agir de fato: o agora e é nesse agora que eu queria compartilhar um momento importante da caminhada do homem que sou hoje: o Parto de @tatinha.carvalho .

Digo o dela, porque ela PARIU, Benja NASCEU e eu acompanhei. O protagonismo foi deles dois. Eu estava lá tendo minha existência mudada de maneira perpétua.

De mais de 4 anos para cá, pude entender uma fração a mais dessa parada chamada PATERNIDADE. E te digo sem competições: somente um homem pode ser PAI. Nessa caminhada, eu já conversei com homens de todos os gêneros e orientações S3XU41S e os que tinham filhos eram todos PAIS.

E essa é a questão: a PATERNIDADE sem uma discussão madura da MASCULINIDADE não se sustenta. O meu intuito aqui é a gente meter a mão juntos nesse vespeiro e sentir todas as picadas necessárias para que quebremos de vez os ciclos que nos atravessaram.
Aquele lance de “ Não basta ser pai, tem que participar” funcionou até agora. O convite que te faço, junto com os manos que aqui estão comigo é à caminhada rumo à CONSCIÊNCIA.

Agosto vem aí e as coisas vão se intensificar aqui. Espero te ter por perto pra gente trocar de irmão pra irmão.
O passado pode ficar para trás e o futuro ainda não estar ao nosso alcance. Quero você, meu irmão PR3T0, aqui comigo pra gente mudar esse presente juntos e conscientes. Sei que não vai ser fácil, mas, a gente já sabe que não tem “fase bônus”
Bora pra mais uma?

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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(RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins Parentalidade Preta

No (RESENHA) nº 29, o Parentalidade Preta promove uma análise aprofundada do novo álbum do Emicida, dialogando com Racionais MC’s, memória familiar, amadurecimento artístico e a evolução do rap brasileiro. A conversa percorre faixa a faixa temas como identidade negra, legado, mercado musical, vulnerabilidade masculina, homenagem à Dona Jacira e o papel do hip hop na construção de valores e consciência social. Mais do que crítica musical, este episódio propõe uma reflexão sobre cores, valores, geração, responsabilidade e transformação dentro da cultura hip hop no Brasil. Um encontro para quem quer entender o impacto cultural de Emicida, a influência dos Racionais e o lugar da arte negra na formação política e afetiva de uma geração.Apoie a iniciativa a partir de R$10/mês: 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou no pix recorrente através da chave pixparenta@gmail.comTodas as faixas são licenciadas via Epidemic Sound:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://www.epidemicsound.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Night Snow – Asher Fulero Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!
  1. (RESENHA) nº29 – Emicidas, Cores, Valores e Afins
  2. Quando a Casa Respira: Encerramento 2025
  3. TRAVESSIA #5 – ORGULHO PRETO
  4. Jairo Pereira – a travessia dos homens pretos
  5. TRAVESSIA #4 – Afrocentricidade Pt.2

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