
Irmão, vamos falar de algo que afeta profundamente nossas vidas e relacionamentos: os #estereótipos que colocam a #masculinidadenegra em uma caixa limitada e injusta. Você já sentiu essa pressão de ser sempre o cara forte, invencível, que nunca pode mostrar fraqueza? Esses rótulos não só nos tiram a liberdade de sermos quem somos de verdade, como também nos afastam de viver plenamente nossas emoções e nossas relações.
A sociedade, com um monte de ideias antigas e r4cist4s, quer nos pintar como vi0lentos, h1pers3xualizad0s, insensíveis. Isso sufoca, nos impede de nos mostrar por inteiro — de sermos pais reais, parceiros carinhosos, amigos de verdade. E isso também se reflete no trabalho, onde muitas vezes somos subestimados ou rotulados de forma negativa. Esses estereótipos machucam e criam barreiras que podem nos isolar, nos afastar dos que amamos e até nos levar a problemas de saúde mental.
Mas, sabe de uma coisa? A gente pode quebrar esse ciclo. Juntos, podemos criar novos caminhos, onde a vulnerabilidade e o carinho são sinais de força e não de fraqueza. Podemos começar falando disso em nossas casas, nas rodas de conversa, nas escolas dos nossos filhos. Mostrar que ser #homemnegro é ser plural — é ser cuidador, professor, líder, e, acima de tudo, humano.
Vamos buscar apoio emocional, investir na nossa saúde mental e abraçar nossas emoções. A vulnerabilidade nos locais certos não nos faz menores. Pelo contrário, ela fortalece nossas conexões com os outros e com nós mesmos. E a mídia? Vamos cobrar a responsabilidade de mostrar a realidade completa dos homens negros, com suas dores, amores, sonhos e toda a sua criatividade.
Quando nos permitimos ser de verdade — quando expressamos nossos medos, afeto, fragilidade, segurança — criamos uma nova visão de #masculinidade, mais ampla, justa e saudável. E isso transforma não só a nossa vida, mas a de todos ao nosso redor. Vamos JUNTOS derrubar o que nos limita e reconstruir o que nos fortalece. Aqui, a gente pode e deve ser quem é, sem medo.
Abraço fraterno do seu irmão aqui.
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