[parenta] #29 – Amor Preto? – Omoloji Àgbára

Material expandido do Podcast [parenta].

.

Apoie o Parentalidade Preta
Ajude o Parentalidade Preta a criar locais seguros para conversas difíceis.

[parenta]#29

Saudações!

Te convido a refletir sobre o amor romântico e suas multifacetadas dimensões no episódio #29 do [parenta]. Vamos explorar juntos a complexidade desse sentimento universal e como ele se manifesta em diferentes contextos e perspectivas.

O que é o amor romântico? Esta é uma pergunta que ressoa profundamente em cada um de nós. Para alguns, o amor romântico é um sentimento avassalador, marcado por paixão e intensidade, enquanto para outros, é uma conexão mais serena e duradoura. Cada definição é única, refletindo as experiências e visões individuais sobre o que significa amar e ser amado.

Mas para que serve o amor romântico? Será que ele tem um propósito específico em nossas vidas, ou é apenas uma construção cultural? Alguns acreditam que o amor romântico serve para fortalecer laços emocionais e sociais, criando uma base sólida para a formação de famílias e comunidades. Outros podem ver o amor como uma busca contínua por realização pessoal e felicidade.

E apenas o sentimento em uma relação afetiva basta? Essa questão nos leva a considerar se o amor por si só é suficiente para sustentar uma relação. Será que outros elementos, como respeito, confiança e comunicação, são igualmente essenciais? Ou o sentimento de amor é o pilar principal que suporta todos os outros aspectos?

Como devemos falar de amor para nossas crianças? Esta é uma reflexão importante, pois a maneira como ensinamos as próximas gerações sobre amor pode moldar suas futuras relações. Deveríamos enfatizar a importância do respeito e da empatia, ou focar na paixão e no romance? Cada abordagem pode ter um impacto significativo no desenvolvimento emocional das crianças.

E como o povo preto deveria falar sobre amor? Estamos fazendo isso direito? Esta pergunta nos desafia a considerar as narrativas e representações de amor dentro das comunidades negras. Será que estamos abordando o amor de maneira que ressoe com as nossas experiências culturais e históricas? Como podemos garantir que as conversas sobre amor sejam inclusivas e representativas?

Qual é o papel da comunidade nas relações? A comunidade pode desempenhar um papel crucial no apoio e na sustentação das relações amorosas. Será que as redes de apoio e os laços comunitários são fundamentais para fortalecer os vínculos afetivos? Como podemos cultivar comunidades que nutrem e celebram o amor?

Podemos dizer que o modo de vida ocidental é o principal mal que atravessou o “Sentimento Amor”? Esta é uma questão complexa que nos leva a considerar as influências culturais e sociais sobre como percebemos e vivemos o amor. Será que as expectativas e pressões impostas pela sociedade ocidental distorcem a essência do amor, ou será que essas influências simplesmente moldam nossas expressões de afeto?

E, por fim, o amor preto se resume à cor? Esta pergunta nos desafia a ir além das superficialidades e considerar a profundidade do amor dentro das comunidades negras. O amor preto é uma expressão rica e multifacetada que incorpora não apenas a cor, mas também a cultura, a história e as experiências compartilhadas. Como podemos honrar e celebrar essa complexidade em nossas discussões sobre amor?

Neste episódio, vamos mergulhar nessas perguntas e refletir sobre o que realmente significa amar. Venha com a gente nessa jornada de descoberta e compreensão, enquanto exploramos as nuances do amor romântico e seu papel em nossas vidas e comunidades.

Material Expandido do Podcast

Aqui está uma visão geral dos eventos mais significativos nesse processo:

Linha do Tempo Evolutiva

Calendário Interpolado

  1. Fecundação a 27 dias – Saída dos primeiros vertebrados da água (~370 milhões de anos atrás)
    • Período Devoniano: Peixes com nadadeiras lobadas, como o Tiktaalik, começam a desenvolver estruturas que permitem a vida em terra firme.
  2. 3 meses de gravidez – Evolução dos primeiros tetrápodes (~360 milhões de anos atrás)
    • Período Devoniano Tardio: Tetrápodes, como o Acanthostega e o Ichthyostega, desenvolvem membros com dedos, permitindo a locomoção em terra.
  3. 6 meses de gravidez – Diversificação dos anfíbios e surgimento dos primeiros répteis (~340-310 milhões de anos atrás)
    • Período Carbonífero: Anfíbios diversificam-se, e os primeiros répteis aparecem, marcando a transição para amniotas, organismos que podem pôr ovos em terra.
  4. 1 mês de nascido – Evolução dos primeiros sinapsídeos (ancestrais dos mamíferos) (~320-300 milhões de anos atrás)
    • Período Carbonífero ao Permiano: Sinapsídeos (são os ancestrais dos mamíferos, reconhecidos por uma característica específica no crânio, e são uma peça importante no quebra-cabeça da evolução dos vertebrados), como o Dimetrodon, surgem e começam a dominar os ecossistemas terrestres.
  5. 1 ano e 3 meses – Primeiros mamíferos verdadeiros (~200 milhões de anos atrás)
    • Período Triássico: Pequenos mamíferos, como o Morganucodon, aparecem. Eles possuem características modernas, como dentes diferenciados e possivelmente algum grau de endotermia (sangue quente).
  6. 3 anos e 3 meses – Diversificação dos mamíferos e desenvolvimento do neocórtex (~65-55 milhões de anos atrás)
    • Paleoceno ao Eoceno: Após a extinção dos dinossauros, os mamíferos se diversificam rapidamente. O neocórtex, parte do cérebro responsável por funções superiores, começa a se desenvolver significativamente.
  7. 3 anos e 4 mês – Surgimento dos primeiros primatas (~55-50 milhões de anos atrás)
    • Período Eoceno: Primeiros primatas, como os Plesiadapiformes, aparecem. Eles possuem características que permitem melhor adaptação a ambientes arborícolas.
  8. 4 anos e 3 meses –  Evolução dos primatas antropoides (símios) (~40-30 milhões de anos atrás)
    • Período Eoceno ao Oligoceno: Surgem os primeiros símios, com cérebros maiores e melhor visão estereoscópica. Proconsul é um exemplo de primata desse período.
  9. 4 anos e 9 meses –  Aparecimento dos primeiros hominídeos (~7-6 milhões de anos atrás)
    • Período Mioceno Tardio: Os primeiros hominídeos, como o Sahelanthropus tchadensis, aparecem. Estes são os primeiros ancestrais diretos dos humanos.
  10. 4 anos e 10 meses – Evolução do gênero Homo (~2,5 milhões de anos atrás)
    • Período Pleistoceno: Homo habilis, o primeiro do gênero Homo, surge com habilidades avançadas de uso de ferramentas e um cérebro maior.
  11. 4 anos e 10 meses – Surgimento do Homo erectus (~1,9 milhões de anos atrás)
    • Período Pleistoceno: Homo erectus desenvolve-se com um cérebro significativamente maior e a capacidade de usar fogo, ferramentas mais complexas e linguagem rudimentar.
  12. 4 anos e 10 meses – Evolução dos primeiros Homo sapiens (~300 mil anos atrás)
    • Período Pleistoceno Médio: Homo sapiens surgem com capacidades cognitivas avançadas, linguagem complexa, cultura e arte.
  13. 4 anos e 10 meses – Desenvolvimento completo do cérebro humano moderno (~100 mil anos atrás até o presente)
    • Pleistoceno Tardio ao Holoceno: O cérebro humano continua a se desenvolver em complexidade, permitindo avanços em cultura, tecnologia e sociedade.

Habilidades cognitivas complexas

As habilidades cognitivas complexas são capacidades mentais avançadas que envolvem o processamento de informações de maneira sofisticada. Aqui estão algumas dessas habilidades:

  1. Linguagem:
    • Compreensão e produção de fala e escrita.
    • Uso de gramática e sintaxe complexa.
    • Capacidade de aprender múltiplos idiomas.
  2. Raciocínio abstrato:
    • Capacidade de entender conceitos que não estão fisicamente presentes.
    • Pensamento hipotético e contrafactual.
    • Manipulação de símbolos e representações abstratas.
  3. Memória avançada:
    • Memória episódica: lembrança de eventos específicos e experiências pessoais.
    • Memória semântica: conhecimento de fatos e informações gerais.
    • Memória de trabalho: capacidade de manter e manipular informações temporariamente.
  4. Resolução de problemas:
    • Identificação e definição de problemas.
    • Desenvolvimento de estratégias para resolver problemas.
    • Avaliação de possíveis soluções e tomada de decisões.
  5. Pensamento crítico:
    • Análise e avaliação de argumentos e evidências.
    • Identificação de falácias e vieses cognitivos.
    • Capacidade de fazer julgamentos bem fundamentados.
  6. Planejamento e organização:
    • Estabelecimento de metas e objetivos.
    • Desenvolvimento de planos detalhados para atingir esses objetivos.
    • Gestão do tempo e dos recursos de maneira eficaz.
  7. Criatividade:
    • Geração de novas ideias e soluções inovadoras.
    • Capacidade de pensar de maneira não convencional.
    • Aplicação de conhecimentos e habilidades em novos contextos.
  8. Tomada de decisão:
    • Avaliação de opções e consequências.
    • Capacidade de pesar riscos e benefícios.
    • Habilidade de tomar decisões em situações de incerteza.
  9. Metacognição:
    • Capacidade de pensar sobre o próprio pensamento.
    • Monitoramento e regulação das próprias habilidades cognitivas.
    • Avaliação da eficácia das próprias estratégias de aprendizado e resolução de problemas.
  10. Empatia e teoria da mente:
    • Capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros.
    • Reconhecimento de que outras pessoas têm pensamentos, crenças e desejos diferentes dos seus.
    • Uso dessa compreensão para prever e influenciar o comportamento dos outros.
  11. Autocontrole e regulação emocional:
    • Capacidade de controlar impulsos e emoções.
    • Habilidade de lidar com o estresse e a frustração.
    • Desenvolvimento de estratégias para manter o foco e a calma em situações difíceis.
  12. Inteligência social:
    • Compreensão de dinâmicas sociais e normas culturais.
    • Habilidade de se comunicar eficazmente com os outros.
    • Capacidade de formar e manter relacionamentos saudáveis.

Substâncias Químicas do Amor

Hormônios

  1. Testosterona:
    • Função: Principal hormônio sexual masculino, mas também presente em menores quantidades em mulheres. É fundamental para o desenvolvimento das características sexuais secundárias nos homens, como o aumento da massa muscular, crescimento de pelos e profundidade da voz. Além disso, regula a libido (desejo sexual), a produção de esperma e a manutenção da densidade óssea.
    • Produção: Produzida nos testículos nos homens e nos ovários nas mulheres, com pequenas quantidades produzidas pelas glândulas suprarrenais em ambos os sexos.
    • Efeitos no Comportamento: Influencia a agressividade, competitividade e impulsividade, além de estar associada a sentimentos de euforia e bem-estar.
  2. Estrogênio:
    • Função: Principal hormônio sexual feminino, crucial para o desenvolvimento e a regulação do sistema reprodutivo e das características sexuais secundárias, como o crescimento dos seios e a regulação do ciclo menstrual.
    • Produção: Produzido principalmente nos ovários, mas também em pequenas quantidades pelas glândulas suprarrenais e no tecido adiposo.
    • Efeitos no Comportamento: Contribui para o desenvolvimento da libido e tem influência sobre o humor, podendo impactar o bem-estar emocional e a disposição.
  3. Noradrenalina:
    • Função: Atua tanto como hormônio quanto como neurotransmissor. Como hormônio, é liberada pela medula das glândulas suprarrenais e está envolvida na resposta de “luta ou fuga”, aumentando a frequência cardíaca, a liberação de glicose das reservas de energia e o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos.
    • Produção: Produzida pelas glândulas suprarrenais e pelos neurônios do sistema nervoso simpático.
    • Efeitos no Comportamento: Aumenta a vigilância e a prontidão para reagir a situações de estresse, e está associada a sentimentos de excitação e alerta.
  4. Oxitocina:
    • Função: Conhecida como o “hormônio do amor” ou “hormônio do carinho”, é fundamental para o estabelecimento de vínculos sociais e comportamentos de confiança e empatia. Promove o vínculo entre mãe e bebê durante e após o parto e é liberada durante a amamentação.
    • Produção: Produzida no hipotálamo e liberada pela glândula pituitária.
    • Efeitos no Comportamento: Facilita o vínculo emocional entre parceiros, promove sentimentos de contentamento, reduz o medo social e a ansiedade, e aumenta comportamentos sociais positivos.
  5. Vasopressina:
    • Função: Além de seu papel principal na regulação da retenção de água nos rins, desempenha um papel na formação de vínculos sociais e comportamentos de parceria.
    • Produção: Produzida no hipotálamo e liberada pela glândula pituitária.
    • Efeitos no Comportamento: Está associada à formação de vínculos monogâmicos e à fidelidade em algumas espécies, incluindo humanos. Influencia comportamentos de proteção e territorialidade.
  6. Endorfina:
    • Função: Atua como neurotransmissor e hormônio, funcionando como analgésico natural do corpo e está envolvida na regulação do humor e da dor.
    • Produção: Produzida pela glândula pituitária e pelo hipotálamo durante o exercício físico, excitação, dor, consumo de alimentos picantes e amor.
    • Efeitos no Comportamento: Promove sentimentos de euforia, reduz a percepção de dor, melhora o bem-estar geral e está associada ao “barato do corredor” experimentado após exercícios físicos intensos.

Neurotransmissores

  1. Dopamina:
    • Função: Neurotransmissor chave no sistema de recompensa do cérebro. Regula o prazer, a motivação e a recompensa.
    • Produção: Produzida nas áreas do cérebro como a substância negra e o tegmento ventral.
    • Efeitos no Comportamento: Associada a sensações de prazer e recompensa. A dopamina é liberada em resposta a atividades prazerosas, como comer, sexo, e uso de certas drogas, o que pode levar a comportamentos de busca de recompensa e vícios.
  2. Serotonina:
    • Função: Neurotransmissor que regula o humor, o sono, a memória e o apetite.
    • Produção: Produzida no cérebro, especificamente nas células nervosas do núcleo da rafe.
    • Efeitos no Comportamento: Associada ao bem-estar e à felicidade. Níveis baixos de serotonina estão ligados à depressão, ansiedade e distúrbios do sono, enquanto níveis elevados estão associados a uma sensação de calma e satisfação.

Esses hormônios e neurotransmissores interagem de maneiras complexas para produzir as sensações e comportamentos associados ao amor e à atração, demonstrando como a química do nosso corpo influencia profundamente nossas emoções e ações.

Trocas no episódio

1-  Nas suas palavras, o que é o Amor romântico?

2 – Na sua opinião, para que serve o amor romântico? 

3 – Pra você, apenas o sentimento em uma relação afetiva basta?

4 – Como você acha que devemos falar de amor pras nossas crias?

5 – Na sua opinião como o povo Preto deveria falar sobre amor? Estamos fazendo isso direito?

6-  Qual você acredita ser o papel da comunidade nas relações ?

7 – Podemos dizer que o modo de vida ocidental é o principal mal que atravessou o “Sentimento Amor”?

8 –  O amor Preto se resume à cor?

Não perca nenhum episódio do Parentalidade Preta

Acesso o podcast no seu agregador favorito

Nos vemos na Próxima! Se cuide!

Gostaria de financiar essa produção?

Apoie o Parentalidade Preta
Ajude o Parentalidade Preta a criar locais seguros para conversas difíceis.

Bora trocar uma ideia?

Deixei esse fórum aqui pra gente poder trocar mais a respeito do episódio, caso queria registrar algo aqui, fique à vontade.

← Back

Sua mensagem foi enviada

Atenção
Atenção
Atenção!

Espero, de coração, que esse conteúdo tenha somado à experiência. Obrigado!

Ouça Podcast Parentalidade Preta

Você encontra o Podcast Parentalidade Preta no Spotify, no deezer, no Amazon Music e no Google Podcasts .

Quando a Casa Respira: Encerramento 2025 Parentalidade Preta

Este episódio especial encerra o ciclo 2025 do Parentalidade Preta com uma aula magna sobre tudo que compõe este território: história, cura, ancestralidade, masculinidades negras, paternidade e construção comunitária. Um convite para quem chega agora entender o universo completo da iniciativa e começar a escuta pelo episódio 1.Aqui você encontra um panorama profundo das principais iniciativas:[parenta] — Entrevistas, narrativas e conversas documentais sobre temas de grande impacto social.OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/playlist/0eIohbdm7bFplgcWOp6hxs?si=FIbRKan7Q96z0PryKBWGSw&nd=1&dlsi=7fea58be88b2431b(RESENHA) — Trocas francas e bem-humoradas entre pais pretos sobre desafios, afetos e cotidiano.OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/playlist/7b8J4Keoet4IlFARYkFcxO?si=UF1XEBj4Rw-Y6s3ld9ISbA&nd=1&dlsi=bec5390599194b4c{mergulho} — Encontros íntimos sobre masculinidades pretas e cura emocional.OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/playlist/0QGKb9H0QoqxpFCdVK5yYJ?si=81a8f86890814b2c&nd=1&dlsi=f856631bce7c42ccRodas de Conversa Virtuais — Espaço de troca e comunidade entre pais de diferentes regiões.Séries Documentais em Áudio, que unem história, afeto e memória:• Diop: Estrelas Negras no Céu do Egito: https://parentalidadepreta.com/2023/12/29/diop-estrelas-negras-no-ceu-do-egito/• Frantz Fanon: Irredutivelmente Negro• Travessia: A Escola de Escuta Afrocentrada do Parentalidade Pretahttps://parentalidadepreta.com/2025/10/30/travessia-escola-de-escuta-afrocentrada-do-parentalidade-preta/Este episódio é também um guia de escuta para novos ouvintes, apresentando o Currículo de Escuta Afrocentrada e explicando como cada série, conversa e especial foi construído para formar consciência, afeto e responsabilidade a partir de uma perspectiva preta, afrocentrada e comunitária.Ao final, compartilho o porquê de um hiato necessário: tempo de memória, estudo, fé e recomposição para preparar a próxima travessia da iniciativa.Se você está chegando agora, este é o seu ponto de partida.Se você já caminha conosco, é a casa acendendo uma última vela antes de descansar.Apoie a iniciativa : 🔗⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/parenta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Não deixe de compartilhar suas impressões aqui nos comentários.Acompanhe a página⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Parentalidade_Preta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ .Bora pra mais uma?Esse podcast é produzido pela⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠+3dB Áudio!
  1. Quando a Casa Respira: Encerramento 2025
  2. TRAVESSIA #5 – ORGULHO PRETO
  3. Jairo Pereira – a travessia dos homens pretos
  4. TRAVESSIA #4 – Afrocentricidade Pt.2
  5. Omoloji Àgbára — quando o sentimento é também resistência

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.