[parenta] #12 – Culinária Afrodiaspórica -Tayná Maísa

Material expandido do Podcast [parenta].

Sobre a convidada:

Cozinheira em diáspora, Embaixadora @maisfavela, AfroEmpreendedora @dunajeun,

Existem histórias no coração do mundo que se mantêm incontáveis até hoje. Elas são cercadas de fantasias e superstições. Uma delas é de como o nosso ancestral mais antigo saiu da floresta e chegou ao ponto que é hoje. 

Não se sabe com precisão quando isso ocorreu, mas estima-se que há um milhão e oitocentos mil anos atrás, uma das espécies hominídeas começou a consumir alimentos cozidos. 

A  evolução do gênero homo está diretamente ligada ao preparo dos alimentos, em especial, os cozidos. Esses, por adquirirem maior poder de serem absorvidos pelo organismo e oferecer menos riscos à saúde, possibilitaram ao homo erectus aprimorar a quantidade e a qualidade da caça, melhorando assim o seu rendiment

Partida para colheita de café no Vale da Paraíba, em 1885. Foto de Marc Ferrez.

MARC FERREZ -Instituto Moreira Salles

MARC FERREZ -Instituto Moreira Salles

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Links Importantes

Gastronomia

Significado:

https://www.brasildefatope.com.br/2022/09/16/culinaria-diasporica-resgata-os-sabores-e-historias-atraves-do-alimento

https://www.significados.com.br/gastronomia/

Estudos sobre o início do consumo de alimentos

https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/quando-o-ser-humano-aprendeu-a-cozinhar-

https://super.abril.com.br/ciencia/da-panela-viemos/

https://www.terra.com.br/byte/ciencia/pesquisa/homem-so-evoluiu-porque-aprendeu-a-cozinhar-diz-antropologo,79891557419ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Controle do Fogo

https://pt.wikipedia.org/wiki/Controle_do_fogo_pelos_primeiros_humanos

Evolução da espécie

https://www.todamateria.com.br/evolucao-humana/#:~:text=A%20evolu%C3%A7%C3%A3o%20da%20esp%C3%A9cie%20humana,tropical%20e%20originou%20os%20chimpanz%C3%A9s.

Livro(s)que eu indico para o assunto:

Na Senzala, uma Flor –  Robert W. Slenes

“O título deste livro refere-se à imagem usada por um viajante estrangeiro no Brasil, para quem não haveria “uma flor” na senzala – não haveria amor, família, “nem esperanças nem recordações”. Robert Slenes encontrou essa flor. Slenes discute a família escrava à luz da cultura africana, mas suas conclusões e métodos vão muito além do tema específico. Argumenta que tradições centro-africanas fundamentaram identidades e solidariedades que marcaram a luta de classes no Sudeste escravista. Muitos adeptos e estudiosos das tradições banto encontrarão aqui fogo bom para sua panela cultural. Além disso, essa meticulosa investigação dos sentidos culturais da família escrava é uma lição de método para quem pretenda estudar qualquer outra “tradição” da África em terras brasileiras.” – João José Reis Fonte – AMAZON

Documentários utilizados no programa:

Espero, de coração, que esse conteúdo tenha somado à experiência do podcast. Obrigado!

Diego Silva

Homem Preto não retinto;

Esposo de Tatiane e

Pai de Benjamin e Aurora.

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